No Campo Santo
Morreste no campo um dia,Como uma flor desprezada.Clareava a madrugadaAzul, vaporosa e fria.
Sobre a agreste serrania,Numa ermida branqueadaPor uma manhã doiradaUm sino repercutia.
Teu caixão, de camponesasE camponeses seguido,Desceu abaixo às devesas.
Ganhou o atalho compridoDe casas em correntezasE entrou num campo florido.
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