Rompeu-se o denso véu do atroz marasmo
Por ocasião da comemoração do sexagésimo primeiro aniversario natalício do ilustre pregador catarinense Joaquim Comes d'Oliveira Paiva.
Rompeu-se o denso véu do atroz marasmoE como por fatal, negro hebetismoDe antro sepulcral, de fundo abismoO povo ressurgiu com entusiasmo!
O Zoilo mazorral se queda pasmoSupõe quimera ser, ser cataclismoRoga, já por dobrez, por ceticismoDe néscio, vil truão solta o sarcasmo.
Perdão, Filho da Luz, minh'alma exora,Porém, a pátria diz, somente agoraOs grilhões biparti de atroz moleza!
E ele, o nosso herói já redivivoDe pé, sem se curvar, sereno, altivoCo'as raias do porvir mede a grandeza!
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