Amante preso
Anarda, fui primeiroDe teus valentes raios prisioneiro;Prendeu-me agora o fado,Às mãos de ũa desgraça castigado;Tenho pois de prisões dobrado peso;No corpo preso estou, n'alma estou preso.
Anarda, fui primeiroDe teus valentes raios prisioneiro;Prendeu-me agora o fado,Às mãos de ũa desgraça castigado;Tenho pois de prisões dobrado peso;No corpo preso estou, n'alma estou preso.
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