
Luís Delfino dos Santos (1834–1910)
Physician, politician, poet, writer · Brazil · Desterro – Rio de Janeiro
Also known as: Luís Delfino
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Brazilian physician, politician and poet (1834-1910)
Poems
- A águia
- A alma das cousas
- A aranha
- A Benedita e a Georgina
- A calúnia
- A catástrofe
- À catedral
- A comédia ducal
- A cova
- A dor acompanhando
- A esmola
- A esperança
- A eterna dúvida
- A filha morta
- A forja
- A grande bênção
- A grande lei
- Á hora do almoço
- À hora do almoço
- A loba
- A mãe das mágoas
- A mãe das sete dores
- A morte do cavalo
- A mosca
- A pedra assombrada
- A pinguela
- A primavera (Luís Delfino)
- A resposta das cousas
- A saída
- A Teresa
- A tirania
- A túnica de Nessus
- A um miserável
- A um trânsfuga
- A velha serpente
- A Vênus loura
- A voz do oceano
- Abismos que se interrogam
- Abyssus abyssum
- Acaso na espessura
- Ainda
- Ainda pela montanha
- Ainda!...
- Alegre depois de morta
- Ao deixar de cantar
- Ao passar
- Aos Venâncios
- Aos vermes
- As duas bocas
- As duas irmãs (I)
- As duas irmãs (II)
- As mãos de minha avó
- Às portas do infinito
- As torrentes
- Ausência prolongada
- Bianca
- Cabeça decepada
- Caim (Luís Delfino)
- Capela subterrânea
- Ciência da vida
- Cio
- Como um espírito
- Conúbio
- Convento da batalha
- Cópia
- Corrupta iustitia
- Cromwell
- Crucificação de Prometeu
- D. Mariano Moreno
- Dalila (Luís Delfino)
- Deprecação do abismo
- Desforço
- Deus (Luís Delfino)
- Deus, razão, bondade
- Dolor
- É preciso morrer
- Éden
- El gran galeoto
- Em fuga à serra
- Entrada na floresta
- Epicédio (Luís Delfino)
- Esboço de paisagem
- Estátua de mausoléu
- Estema de lírios
- Estrela cadente (Luís Delfino)
- Estrela preta
- Febre
- Flirt
- Fruta silvestre
- Hipótese
- Horizontes ao longe
- Horrida domus
- Idílios matinais
- Interrupted paradise
- Jesus ao colo de Madalena
- Jesus pantocrator
- João Valjean e Deus
- Judas segundo a Bíblia
- Leão prisioneiro
- Manoel Montes de Oca
- Mãos de Lady Macbeth
- Mentira (Luís Delfino)
- Miserrimus (Luís Delfino)
- Mocidade velha
- Molle tarentum
- Moritura
- Nachgefühl
- Nada mais
- Navio em perigo
- Nicolò Machiavelli
- Niobe
- No bosque
- No dicterion
- Noite branca
- Non placet
- O acompanhamento
- O boi
- O bom
- O canário do Antônio
- O cardeal
- O carreiro
- O castigo do ódio
- O coração (Luís Delfino)
- O crime da primavera
- O Doutor Aguero
- O enterro (Luís Delfino)
- O fim
- O forte
- O grande Heliogábalo
- O instinto das cousas
- O jantar
- O José da Sumaca
- O mal
- O mal geral
- O ninho
- O Paca
- O pássaro azul
- O segredo (Luís Delfino)
- O tamborzinho de Arcole
- O traço de união
- O velho leão
- Orfeu
- Os diabretes de D. Ana
- Os funerais de Aquiles
- Os rebeldes
- Os superbum
- Pacificação
- Paquita
- Passeio matinal
- Pavorosa ilusão
- Perdão (Luís Delfino)
- Pérfida como a vaga
- Pergunta sem resposta
- Primeira audácia
- Que é ser triste?
- Queixa (Luís Delfino)
- Recordação sinistra
- Retratação (Luís Delfino)
- Revolução na floresta
- Saudade (Luís Delfino)
- Segunda confirmação do Inferno
- Só (Luís Delfino)
- Sob a mantilha
- Summus ius
- Tácito
- Tal está morta...
- Terror
- To look up
- Tudo é passado
- Ubi natus sum
- Último esforço
- Um deus de rasto
- Um grão de areia
- Um pedaço do inferno
- Uma confissão
- Uma dificuldade
- Unhas e garras
- Vã tentativa
- Velhice verdejante
- Vênus morta
- Via smarrita
- Víbora (Luís Delfino)
- Vidas misteriosas
- Viver, esquecer
- Volta ao país azul