
Cruz e Sousa (1861–1898)
Poet, journalist, writer · Brazil · Florianópolis – Antônio Carlos
Also known as: João da Cruz e Sousa, Dante Negro, Cisne Negro
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Brazilian poet and journalist (1861–1898)
Stories
Poems
- 25 de Março
- A Alma não fica inteiramente morta!
- A Borboleta Azul
- A Espada
- A fonte de águas cristalinas corre
- A Freira Morta
- A Grande Sede
- A harpa
- A Idéia ao Infinito
- A Imprensa
- A Ironia dos Vermes
- A Morte (Cruz e Sousa)
- A Partida
- A Perfeição (Cruz e Sousa)
- À Revolta
- À sombra espessa de um álamo
- Abelhas
- Abrigo celeste
- Acima de tudo
- Adalziza
- Água-Forte
- Alçando o livro colossal ardente
- Aleluia! Aleluia!
- Alma Antiga
- Alma fatigada
- Alma ferida
- Alma mater
- Alma que Chora
- Alma solitária
- Almas indecisas
- Alucinação
- Ambos
- Amor (Cruz e Sousa)
- Amor!!
- Anda-me a alma inteira de tal sorte
- Anima mea (Cruz e Sousa)
- Anjo Gabriel
- Ansiedade
- Antífona (Cruz e Sousa)
- Ao Ar Livre
- Ao Decênio de Castro Alves
- Ao estrídulo solene dos bravos! das platéias
- Ao longo das louríssimas searas
- Aos Mortos
- Aos relâmpagos sulfúreos
- Após o Noivado
- Arte (I)
- Arte (II)
- As Devotas
- As papoulas da saúde
- As uvas pretas em cachos
- Asas abertas
- Asas Perdidas
- Aspiração (Cruz e Sousa)
- Aspiração suprema
- Assim seja!
- Através das romãzeiras
- Auréola Equatorial
- Avante
- Ave! Maria...
- Away!
- Beijos (Cruz e Sousa)
- Benditas cadeias!
- Besouros...
- Boca Imortal
- Bondade
- Brancas Aparições
- Broquéis
- Brumosa
- Caminho da Glória
- Camponesa, camponesa
- Canção de Abril
- Canta ao sol, como as cigarras
- Cárcere das almas
- Castelã (Cruz e Sousa)
- Cavador do Infinito
- Cega (Cruz e Sousa)
- Chegou enfim, e o desembarque dela
- Chuva de Ouro
- Clamor supremo
- Claro e Escuro
- Clarões Apagados
- Cogitação
- Colar de Pérolas
- Como esta luz é serena
- Como fortes gargalhadas
- Como os audazes, ruivos argonautas
- Como um assombro de assombros
- Como um cisne, est’alma frisa
- Conciliação
- Condenação fatal
- Consolo amargo
- Coração confiante
- Crê!
- Crença
- Crianças Negras
- Cristais
- Cristo
- Cristo e a Adúltera
- Cruzada nova
- Da bruma pelos países
- Da idéia nos mares jônios
- Da Lua aos raios prateados
- Da mundana lida, eis que cansado
- Da Senzala...
- De alma em alma
- De cabelos desmanchados
- De claque, casaca e luva
- De cravos, de rosas
- De manhã tu vais ao gado
- De Mayseder gentil o vulto ingente
- Decadentes
- Deixai que a minh'alma escassa
- Deixai que deste álbum na folha delicada
- Delírio do Som
- Demônios (Cruz e Sousa)
- Desmoronamento
- Deus do Mal
- Diante do Mar
- Diatribe
- Dilema
- Dizem que a arte é a clâmide de idéia
- Doce Abismo
- Doente
- Doente (variante)
- Domus aurea
- Dormindo...
- Dupla Via-Láctea
- É delicada, suave, vaporosa
- É um pensar flamejador
- Em junho, que é mês do frio
- Embora eu não tenha louros
- Enclausurada
- Engrinaldada de rosas
- Enquanto este sangue ferve
- Entre Chamas...
- Entre Luz e Sombra
- Ermida
- Escárnio Perfumado
- Escravocratas
- Espasmos...
- Espírito Imortal
- Espiritualismo (Cruz e Sousa)
- Estas risadas límpidas e frescas
- Estoure como o champagne
- Eternidade retrospectiva
- Eterno Sonho
- Eternos atalaias
- Evocação (Cruz e Sousa)
- Exilada (Cruz e Sousa)
- Exortação
- Êxtase
- Êxtase búdico
- Êxtase de Mármore
- Falando ao Céu
- Feliz!
- Flor nirvanizada
- Floresce!
- Floripes
- Fogos-fátuos
- Fonte de Amor
- Frêmitos
- Frutas de Maio
- Frutas e Flores
- Fruto envelhecido
- Giulietta Dionesi
- Glória!
- Glórias Antigas
- Gloriosa
- Grande Amor
- Grandeza oculta
- Grito de Guerra
- Guerra Junqueiro
- Gusla da Saudade
- Harpas Eternas
- Horas de Sombra
- Hóstias
- Ideal Comum
- Idéia-Mãe
- Ilusões Mortas
- Imaginai um misto de alvoradas
- Immortal phalérno
- Imortal atitude
- Impassível
- Inefável!
- Inverno (Cruz e Sousa)
- Invulnerável
- Ironia de lágrimas
- Irradiações
- Lágrimas da aurora, poemas cristalinos
- Lembra-me ainda
- Levantem esta bandeira
- Lirial
- Lírio lutuoso
- Livre!
- Luz da Natureza
- Madona da Tristeza
- Mãe e Filho
- Magnólia dos Trópicos
- Manhã
- Marche aux Flambeaux
- Mealheiro de almas
- Mendigos
- Merece o bom do Vidal
- Metamorfose
- Metempsicose
- Meus Esplêndidos...
- Minh’alma está agora penetrando
- Mocidade (Cruz e Sousa)
- Morena dos olhos pretos
- Mudez perversa
- Mundo inaccessível
- Na Fonte (Cruz e Sousa)
- Na Luz
- Na Mazurka
- Na Vila
- Nas explosões de bons risos
- Natureza
- Naufrágios
- Nerah
- Ninho Abandonado
- No Campo (Cruz e Sousa)
- No Campo Santo
- No Egito
- No seio da Terra
- Noiva e Triste
- Nos Campos (Cruz e Sousa)
- Nunca se cala o Callado
- Ó Adalziza dos sonhos
- Ó Alzira, Alzira, Alzira
- O Anjo da Redenção
- O Assinalado
- O Botão de Rosa
- O Cego do Harmonium
- O Chalé
- Ó cintilante Quiquia
- O Coração (Cruz e Sousa)
- O Duque
- O Final do Guarani
- Ó Flora, ó ninfa das rosas
- O grande Momento
- O Grande Sonho
- O Mar (Cruz e Sousa)
- O Órgão
- Ó pérola nitente
- O Seu Boné
- O Sol e o Coração
- O Soneto (Cruz e Sousa)
- O Sonho do Astrólogo
- Ocasos
- Ódio sagrado
- Oiseaux de passage
- Oiseaux de passage (Cruz e Sousa)
- Olavo Bilac
- Olhares
- Olhos pretos, sonhadores
- Ontem, grande desgraça
- Orgulho das raparigas
- Os Dois
- Os Mortos
- Os Risonhos
- Pacto das Almas (I)
- Pacto das Almas (II)
- Pacto das Almas (III)
- Papoulas
- Paranaguadas
- Parece que nasceste, oh! pálida divina
- Parece um céu estrelado
- Pássaro Marinho
- Pelas esferas, nuvens peregrinas
- Perante a Morte
- Pife, pufe, pafe, pefe
- Pinto, pinta — ponta à ponta
- Piruetas
- Plangência da Tarde
- Plenilúnio (Cruz e Sousa)
- Poesia (Cruz e Sousa)
- Presa do ódio
- Primavera a Fora
- Prodígio!
- Psicologia Humana
- Quando apareces, fica-se impassível
- Quando ela está de colete
- Quando estás de laçarotes
- Quando eu partir
- Quando eu te vi pela primeira vez no palco
- Quando será?!
- Recordação (Cruz e Sousa)
- Regina Coeli (Cruz e Sousa)
- Repouso
- Requiescat... (Cruz e Sousa)
- Rir!
- Risadas
- Roma Pagã
- Rompeu-se o denso véu do atroz marasmo
- Rosa (Cruz e Sousa)
- Rosa Negra
- Salve! Rainha!...
- Santos óleos
- Sapo Humano
- Satanismo
- Se estala a estrofe de fogo
- Sempre
- Sempre e... Sempre
- Sempre o Sonho
- Senhor de nobre alma
- Sentimento esquisito
- Ser dos Seres
- Ser Pássaro
- Sete de Setembro (Cruz e Sousa)
- Sexta-Feira Santa
- Sganarelo
- Silêncios
- Símiles
- Smorzando
- Só! (Cruz e Sousa)
- Sonetos (Cruz e Sousa)
- Sorriso interior
- Supremo Anseio
- Supremo Verbo
- Surdinas
- Teus olhos — esses carinhos
- Teus olhos belos por dentro
- Titãs Negros
- To Sleep, To Dream
- Três Pensamentos
- Triolé — pega estes zotes
- Triolé fura essa pança
- Triunfo supremo
- Um dia Guttemberg c'o a alma aos céus suspensa
- Um Ser
- Único remédio
- Vai-se extinguindo a viva labareda
- Vanda
- Vão Arrebatamento
- Vão-se de todo os pardacentos nimbos
- Velho
- Velho Vento
- Verônica
- Versos (Cruz e Sousa)
- Versos à Infância
- Vi-te crescer!
- Vida obscura
- Vinho negro
- Violinos
- Visão Medieva
- Visionários
- Voz fugitiva
- Vozinha
- Zulmira dos meus amores